A Palavra: maio 2023
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terça-feira, 30 de maio de 2023

O normal do mundo versus o normal do cristão: desafiando padrões e vivendo para Deus

O cristão normal: estranho para o mundo, fiel a Deus

normal versus anormal
Imagem: Freepik
Pr. Cleber Montes Moreira

“Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia.” (João 15:19)

Nem sempre o que o mundo considera como normal deve ser assim considerado para o cristão. Refiro-me especialmente ao comportamento, prioridades e valores.

Certa ocasião, viajava com um casal de irmãos em Cristo. A irmã comentava sobre suas lutas e dificuldades que enfrentava, até que em certo momento ela desabafou: “Quando você quer viver de modo correto, você enfrenta muitas coisas, mas para um crente normal parece não haver nenhuma oposição ou dificuldade”.

Entendi perfeitamente o que aquela irmã quis dizer. No entanto, ela cometeu um erro ao julgar que o crente que leva a fé em Cristo a sério seria um “cristão anormal”, enquanto aquele que não vive segundo o evangelho, o crente negligente e relapso, seria o “crente normal”. Sem perceber, sua consciência foi envolvida por um modo secular de pensar.

Para você, o que é um crente normal? Eu considero que um cristão normal é justamente aquele que o mundo considera estranho, que muitas vezes é chamado de fanático, arcaico, falso moralista etc., compreendido assim por seu zelo em viver uma vida santa e de serviço a Deus. Um crente omisso, faltoso aos cultos, sem intimidade com Deus, de vida duvidosa e com testemunho falho, embora seja considerado uma pessoa normal perante o mundo, por proceder como um pecador qualquer, certamente vive um “normal” que não é o normal de um salvo fiel. Aquilo que é normal para o mundo não o é para Deus.

Você sabe por que os filhos de Deus enfrentam batalhas e adversidades no mundo? Porque eles são como um corpo estranho em uma sociedade de pessoas perdidas; porque seus valores contrariam o padrão secular. Jesus mesmo nos diz: “Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo, por isso é que o mundo vos odeia” (João 15:19).

Se você se considera um salvo, mas não sofre o ódio do mundo, há algo errado e você precisa reavaliar a sua fé. Afinal, o mundo que odeia a Cristo, odeia a todos que se fazem seus discípulos — e isso é o normal, segundo a Bíblia. Pense nisso!


O evangelho é a nossa liberdade

A ameaça dos falsos ensinos e o desafio de perseverar na liberdade em Cristo

Cadeado com chave
Imagem: Freepik
Pr. Cleber Montes Moreira

“Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho […]. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” (Gálatas 1:6,8)

Paulo expressa sua surpresa ao perceber que os irmãos da Galácia haviam abandonado a graça de Cristo em favor de outro evangelho. Alguns crentes haviam sido influenciados por pessoas de origem judaica, que insistiam que os novos convertidos deveriam seguir a Lei de Moisés, especialmente quanto à prática da circuncisão. O trabalho desses legalistas, de acordo com o apóstolo, consistia em “inquietar” e “perverter o evangelho de Cristo” (v.6).

Paulo tinha plena consciência do que significava estar sujeito à lei. Antes de sua conversão, ele era excessivamente zeloso em sua religião, chegando ao ponto de perseguir e até mesmo matar os seguidores de Cristo: “E eu, na minha nação, excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais” (v. 14). No entanto, ele teve um encontro pessoal com Jesus e seus olhos foram abertos: depois de passar três dias sem enxergar, algo semelhante a escamas caiu de seus olhos, e ele recuperou a visão; então, ele se levantou e foi batizado (Atos 9:9,18). Paulo foi libertado pelo conhecimento de Cristo, a verdade: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32).

Em todos os tempos, haverá entre os salvos aqueles que perturbarão e tentarão perverter o evangelho com falsos ensinamentos. Seja retornando aos antigos rudimentos e ao legalismo, ou aderindo a qualquer outra fé e prática que esteja fora do verdadeiro evangelho, isso significa renunciar à graça — é como um pássaro que, depois de anos preso em uma gaiola, se acostuma com ela e, quando é libertado, insiste em voltar porque não está familiarizado com a liberdade.

Jesus veio “pregar liberdade aos cativos” (Lucas 4:19), e “onde está o Espírito do Senhor, ali há liberdade” (2 Coríntios 3:17). Por isso, Paulo exorta seus leitores com estas palavras: “Portanto, permaneçam firmes na liberdade com a qual Cristo nos libertou e não se submetam novamente a um jugo de escravidão” (Gálatas 5:1).

O evangelho é liberdade — não consentimento para pecar ou voltar aos antigos rudimentos —, e essa liberdade é o resultado da maravilhosa graça de Cristo.

Que ninguém nos engane com um falso evangelho. Não devemos dar ouvidos a qualquer mensagem que esteja em desacordo com as Sagradas Escrituras, mesmo que seja apresentada por um “anjo do céu” (v.8). Somente o verdadeiro evangelho é a nossa liberdade. Pense nisso!

terça-feira, 23 de maio de 2023

Fidelidade no casamento: cuidando dos pensamentos para não quebrar os votos matrimoniais

Influências negativas e o combate aos desejos carnais para preservar a fidelidade no casamento

Infidelidade
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Pr. Cleber Montes Moreira

“Mas eu lhes digo: qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração.” (Mateus 5:28 — NVI)

Como cristãos, compreendemos claramente que o casamento é monogâmico. Entendemos o significado de “Por isso, deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa só carne” (Efésios 5:31). Qualquer ensinamento que desconsidere a monogamia como padrão vai contra a Palavra de Deus e, portanto, é herético.

O apóstolo Paulo adverte que “cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido” (1 Coríntios 7:2). Qualquer prática sexual fora do contexto do casamento é pecado. Por isso, somos chamados a ser fiéis não apenas em nossas ações, mas também em nossas mentes. Mas, nossos pensamentos são puros ou vergonhosos? Acredito que a forma mais comum de pecar seja acolhendo pensamentos impuros, incluindo o interesse em outra pessoa que não seja o cônjuge. E isso parece ser confortável, já que ninguém consegue adentrar os recônditos da mente humana. No entanto, esses pensamentos obscuros que despertam desejos carnais são conhecidos por Deus. Nada lhe é oculto. Absolutamente nada!

Todos os dias somos expostos a influências negativas, especialmente através da mídia, que nos incitam a pecar, principalmente em questões relacionadas ao sexo. As pessoas são levadas a considerar a quebra dos votos matrimoniais, alimentando fantasias pecaminosas em suas mentes e desenvolvendo um desejo cada vez mais intenso de experimentá-las na prática.

Jesus nos exortou: “Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher com intenção impura, em seu coração já cometeu adultério com ela” (Mateus 5:28 — NVI). É importante destacar que o Senhor fala do adultério que ocorre no campo da mente. Essa atitude é reprovável e pecaminosa, de infidelidade a Deus e ao cônjuge.

No Salmo 139:23-24, somos encorajados a submeter nossos corações e pensamentos a Deus, para que ele possa tratá-los devidamente. Estas palavras devem ser nossa oração sincera e constante: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos. E vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno.”

Não quebre os votos matrimoniais. Resista aos apelos que tentam seduzir seus olhos e pensamentos, afastando-os de seu cônjuge. Seja fiel tanto em suas ações como em seus sentimentos e pensamentos, pois você prestará contas deles a Deus. Pense nisso!

quinta-feira, 18 de maio de 2023

Além do conhecimento: edificando sobre a rocha

A prática dos ensinos de Cristo como expressão da fé genuína

Bíblia
Imagem: Freepik
Pr. Cleber Montes Moreira

“Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.” (Mateus 7:24,25)

Existem muitas pessoas que, conhecendo as Escrituras, usam-nas como uma régua para julgar a vida dos outros, mas não as aplicam em suas próprias vidas. Eles tentam remover o cisco do olho de seus irmãos, enquanto eles mesmos têm diante de si uma trave enorme que os impede de enxergar claramente (v. 1-5).

Os falsos profetas parecem ovelhas por fora, mas por dentro são lobos vorazes (v. 15). Por ganância, eles transformam o evangelho em um negócio lucrativo (2 Pedro 2:3). Eu acredito que eles têm um bom conhecimento da Palavra de Deus, mas não a aplicam e a distorcem para atender aos seus próprios interesses egoístas. Suas obras revelam sua natureza corrupta.

No mundo, existem falsos cristãos e falsos mestres que fazem coisas em nome de Deus. Eles usam indevidamente o nome do Senhor para dar autoridade às suas práticas condenáveis. Eles profetizam em nome de Jesus, expulsam demônios, fazem maravilhas e enganam muitos. Jesus nos advertiu: “Porque se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível, até os escolhidos” (Marcos 13:22). Sabemos que aquele que vem em nome de Satanás realizará “sinais e prodígios de mentira” e enganará muitas pessoas (2 Tessalonicenses 2:9-10). Ele também terá conhecimento da Palavra, mas porque é mau, a resistirá.

Aquele que ouve a Palavra e não a pratica está no engano. Por isso, Tiago nos exorta a sermos praticantes da palavra e não apenas ouvintes, enganando-nos a nós mesmos (Tiago 1:22).

Ouvir os ensinamentos de Jesus e não colocá-los em prática é como construir uma casa na areia (v. 26-27). Certamente, essa edificação não resistirá às adversidades e desabará. Pode até ser uma mansão, um “castelo de ilusões”, mas não terá uma base sólida. O construtor dessa casa é tolo e imprudente.

Por outro lado, aqueles que ouvem a Cristo e aplicam seus ensinamentos em suas vidas são sábios e prudentes. Sua casa, construída sobre a rocha, resistirá às tempestades mais severas. Uma vida fundamentada em Cristo não se deixa enganar pelos falsos pregadores da Palavra, não se deixa levar pela astúcia dos homens e permanece firme diante do ódio, das perseguições e de tudo o que se levanta contra ela.

Existem ouvintes e existem ouvintes praticantes da Palavra. Cada um edifica sobre um fundamento. E cada um frutifica segundo a sua própria natureza. Pense nisso!


terça-feira, 16 de maio de 2023

O prazer de voltar para casa

A mulher sábia e a edificação do lar: priorizando pessoas sobre coisas

Família
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Pr. Cleber Montes Moreira

“Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos”
(Provérbios 14:1)

Há uma história de uma esposa que se perturbava quando seu marido chegava mais cedo do trabalho. Ela temia que ele entrasse com os pés sujos, bagunçasse ou desorganizasse as coisas. Além disso, ficava aborrecida se o jantar ainda não estivesse pronto. Para ela, a chegada antecipada e inesperada do marido era um transtorno.

Rita estava preocupada. Seu marido estava atrasado, o que era incomum. Ela e o pequeno Lucas sempre esperavam Carlos por volta das 18 horas, mas naquele dia já eram quase 20 horas quando o telefone tocou: Carlos havia sofrido um acidente de trabalho e estava no hospital. Ele só voltaria para casa cerca de uma semana depois. Rita se apressou para vê-lo e desabafou: “Minha vida não seria a mesma se você nunca mais voltasse.” Eles eram servos do Senhor e se amavam muito.

Voltar para casa deveria ser um prazer para todos os maridos. Eles não deveriam parar em esquinas ou bares, nem se distrair com outras coisas que tomassem seu tempo. Eles nem deveriam fazer horas extras no trabalho.

Receber o marido e o pai deveria ser um prazer para todas as famílias. Deveria haver abraços calorosos, palavras de apoio e encorajamento em vez de reclamações.

O lar deveria ser o lugar mais acolhedor e agradável do mundo. Infelizmente, muitos se tornaram lugares hostis para alguns membros da família.

Precisamos valorizar cada minuto que passamos com aqueles que amamos. Não sabemos por quanto tempo poderemos desfrutar de momentos significativos em família, porque a vida é curta. Portanto, não devemos deixar que pequenas (ou grandes) coisas nos impeçam de desfrutar da companhia do outro.

A Bíblia nos ensina que a mulher sábia edifica sua casa. Isso significa que ela se concentra em criar um ambiente positivo e acolhedor para sua família, mesmo que isso signifique sacrificar um pouco de sua própria agenda ou rotina. Ela se preocupa mais com as pessoas do que com as coisas. Mas o marido e os filhos também têm um papel importante e intransferível nessa tarefa. Todos devem trabalhar juntos para construir um lar feliz, mas sempre na dependência de Deus, pois “se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Salmos 127:1).

Você, esposa, sente alegria quando seu marido volta cedo do trabalho? Você, marido, sente alegria ao reencontrar sua esposa no final do dia? Você, filho, sente prazer em seus pais? Vocês, pais, sentem prazer em seus filhos?

O sábio escreveu: “Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece” (Provérbios 24:3). Pense nisso!

segunda-feira, 15 de maio de 2023

Famílias imperfeitas, e o propósito divino para abençoar outras famílias

Da Imperfeição à Bênção: Deus transformando famílias comuns em Instrumentos para abençoar outras famílias

Família
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Pr. Cleber Montes Moreira

“Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus fez com nossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra.” (Atos 3:25)

Durante o estudo, o professor da Escola Bíblica Dominical nos lembrou das famílias “perfeitas” que vemos nos anúncios de margarina: pessoas sorridentes, descontraídas, reunidas ao redor da mesa, transmitindo uma sensação de felicidade.

Seria maravilhoso se pudéssemos entrar nesse mundo perfeito e viver nessa atmosfera. No entanto, sabemos que isso é irreal e existe apenas nos comerciais bem produzidos da televisão. Na vida real, as coisas são bem diferentes e as famílias são imperfeitas. Elas se reúnem cada vez menos para compartilhar momentos à mesa, e é comum haver competição, desentendimentos, inveja e traições… Infelizmente, muitas famílias têm se rendido à cultura do mundo e sucumbido ao ritmo acelerado que consome o tempo. As pessoas estão mais conectadas aos seus smartphones do que aos seus entes queridos. Vivemos na era do individualismo e do hedonismo.

A realidade é que a família perfeita não existe porque as pessoas não são perfeitas. Não há pais perfeitos, cônjuges perfeitos ou filhos perfeitos. Basta olharmos para nós mesmos com sinceridade para reconhecermos muitas das nossas próprias imperfeições. No entanto, esse olhar requer humildade, uma virtude cada vez mais rara nos dias de hoje.

Para as famílias imperfeitas, a graça de Deus é o remédio. A família de Abraão e Sara também era imperfeita — eles eram sujeitos às mesmas paixões e fraquezas que nós. No entanto, Abraão aceitou o chamado de Deus, e com sua família saiu da terra de seus parentes, e o Altíssimo lhe fez uma promessa: “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12:3; 22:18; 28:14; Atos 3:25).

Quando famílias imperfeitas compreendem o propósito de Deus para elas e decidem obedecer, o Senhor opera. Elas se tornam abençoadas e abençoadoras. Cada família deveria ser como um “canteiro de obras” onde Deus está trabalhando.

Assim como Deus formou um povo por meio de uma família imperfeita e trouxe Jesus ao mundo através desse povo, Ele deseja usar famílias de pessoas comuns, como a nossa, que se submetem à Sua vontade e aceitam o Seu chamado para compartilhar o conhecimento do Salvador com outras famílias. Ele está formando um povo, a Sua igreja (família), e está trabalhando em nós, aperfeiçoando-nos para a eternidade. Pense nisso!


sábado, 13 de maio de 2023

Homenagem às mães cristãs

“O seu valor muito excede ao de rubis.” (Provérbios 31:10)

Mãe lendo a Bíblia com o filho
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Pr. Cleber Montes Moreira

Com gratidão, queremos homenagear
Esta mulher exemplar,
Que com dedicação e amor ensina
Aos filhos no caminho em que devem andar.

Ela é um modelo de fé na família,
Sempre refletindo o Salvador,
Cantando, orando, lendo a Bíblia,
Servindo a Deus com fervor.

Seus cuidados, sacrifícios,
Seus conselhos tão sábios;
Instruções preciosas dá aos filhos,
Edificante são seus lábios.

Ela é missionária do lar,
Cumprindo em casa o “Ide” de Jesus,
Orientando com sabedoria aos filhos
Sobre como é bom andar na luz.

Mãe cristã, benfeitora, amada…
Joia rara, de valor sem par,
Mulher virtuosa, tão preciosa,
Assim o Criador te fez singular.

Agradecemos a Deus por tua vida,
E oramos para que sejas abençoada,
Que desfrutes de uma longa vida,
E prossigas feliz na jornada.

A mãe cristã: heroína da fé e missionária do lar

A mãe cristã é virtuosa e digna de louvor; ela reflete o amor divino na criação de seus filhos

Mãe
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Pr. Cleber Montes Moreira

“Seus filhos se levantam e a elogiam; seu marido também a elogia, dizendo: ‘Muitas mulheres são exemplares, mas você a todas supera.’” (Provérbios 31:28,29 — NVI).

O amor materno é um dos sentimentos mais puros e altruístas que existem. É um amor sincero, sacrificial e incondicional, comumente utilizado como metáfora para descrever o amor de Deus.

Podemos dizer que ser mãe cristã é refletir o amor divino na criação de seus filhos. Ela é uma missionária do lar, instrumentalizada pelo Espírito Santo para transmitir valores e princípios bíblicos essenciais na formação do caráter e da visão de mundo das crianças, ajudando-as a se tornarem adultos equilibrados e responsáveis socialmente e perante Deus.

Muitas vezes, o trabalho da mãe passa despercebido pelos desatentos, mas é um trabalho de construção contínua, de sacrifícios diários, que visa dar aos filhos a base moral e emocional para que sejam adultos valorosos. Elas são verdadeiras heroínas, muitas vezes não percebidas, que atuam para a felicidade e a prosperidade da família.

Para a mãe cristã, o amor e a educação dos filhos têm um significado profundo, pois ela considera a recomendação bíblica de educar a criança no caminho em que deve andar para que dele não se desvie (Provérbios 22:6). Ela não apenas apresenta seus filhos a Deus, como fazem os evangélicos quando levam seus bebês para serem apresentados durante o culto, mas especialmente apresenta Deus a seus filhos através dos ensinos das Escrituras Sagradas. Esse foi o exemplo deixado pela avó e mãe de Timóteo, Lóide e Eunice, que lhe ensinaram as sagradas letras que o fizeram “sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus” (2 Timóteo 1:5; 3:15).

A mãe cristã é virtuosa, digna de admiração e louvor: “Seus filhos se levantam e a elogiam; seu marido também a elogia, dizendo: ‘Muitas mulheres são exemplares, mas você a todas supera’” (Provérbios 31:28,29 — NVI).

“Mãe” é uma palavra doce e sublime que transcende a definição do dicionário, sendo difícil de descrever completamente.

Que possamos sempre valorizar e agradecer a presença abençoada das mães cristãs em nossas vidas.

sexta-feira, 12 de maio de 2023

Pais sábios, filhos abençoados: o poder do ensino bíblico desde a infância

A importância do ensino bíblico para despertar nos filhos o temor de Deus

Família
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Pr. Cleber Montes Moreira

“E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.” (Deuteronômio 6:6,7)

Um casal da igreja relatou que sua filha lê a Bíblia para a netinha desde quando ela ainda era um bebê. Embora a criança não possa compreender completamente agora, no futuro ela entenderá. Além disso, esse hábito cria um ambiente saudável para a criança, despertando nela o interesse e o prazer na Palavra de Deus.

Certa avó postou um vídeo mostrando várias revistinhas enfileiradas com histórias da Bíblia para crianças. Nele, ela menciona o nome do personagem bíblico e a netinha engatinha até a revista correspondente. Isso significa que a menina já guarda os preciosos ensinamentos em sua memória, o que contribuirá significativamente para a formação de seu caráter.

Também ouvi o testemunho de uma mãe que orava pelo seu filho antes mesmo de engravidar. Ela já intercedia por ele mesmo antes de gerá-lo em seu ventre. Tenho a convicção de que Deus ouve orações como essa. Acredito que mães que agem assim refletem o amor de Deus para com seus filhos.

É prudente ensinar a palavra de Deus aos pequeninos desde cedo. É importante impregnar a mente deles com a Santa Palavra e dar-lhes conselhos sábios. Há pais e mães que conversam com o bebê ainda no útero, que cantam e citam textos bíblicos para eles.

A nação de Israel seria feliz se amasse a Deus, obedecesse aos seus mandamentos e os ensinasse aos filhos: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (Deuteronômio 6:6,7). Os pais zelosos fazem isso porque creem no poder transformador deste hábito.

Pais sábios transmitem aos pequeninos o conhecimento de Deus. Que essa instrução desperte neles o temor do Senhor, para que se tornem seus fiéis seguidores. Que a profecia deste texto, dirigido a Israel e depois aplicado por Jesus aos discípulos, se torne realidade na vida de nossos filhos: “E todos os teus filhos serão ensinados do Senhor; e a paz de teus filhos será abundante” (Isaías 54:13; João 6:45). Pense nisso!


quarta-feira, 10 de maio de 2023

A motivação de seguir a Cristo: interesses ou compromisso?

O que realmente importa ao seguir a Cristo: uma reflexão sobre interesses temporais versus compromisso

Seguir a Cristo
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Pr. Cleber Montes Moreira

“Desde então, muitos dos seus discípulos voltaram atrás e já não andavam com ele” (João 6:66).

Enquanto Jesus multiplicava pães e peixes, curava os enfermos e realizava outras maravilhas, era seguido por multidões. Muitos criam que Ele era o profeta prometido e desejavam coroá-lo como o rei da nação (João 6:14,15).

Há pessoas muito interessadas no que Jesus é capaz de fazer. Elas querem um emprego, um casamento feliz, filhos obedientes, curas e ver sinais. No entanto, seu foco não está na pessoa do Salvador, mas apenas no que Ele faz, nos benefícios que traz.

João declarou qual era a motivação da multidão: “E grande multidão o seguia, porque via os sinais que operava sobre os enfermos”. E o próprio Senhor afirmou: “Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes” (João 6:2,26).

Os mesmos que comeram dos pães e peixes multiplicados e que viram as maravilhas operadas foram os que abandonaram o Senhor quando Ele se ofereceu a eles como o Pão da Vida. Ele lhes disse: “Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome, e quem crê em mim nunca terá sede” (João 6:35). Mas o problema é que comer deste pão — crer em Jesus — implica abnegação e entrega resoluta da vida a Ele como Senhor e Salvador. Porém, para quem quer dele apenas os benefícios temporais, e não um compromisso, esse é um sacrifício impensável.

Jesus é o Pão vivo que desceu do céu. Quem não comer a Sua carne e beber do Seu sangue não terá a vida eterna (João 6:53,56). Quem espera Nele apenas para esta vida perece, mas quem O confessa como Senhor e Salvador tem a vida plena. O pão material sustenta o corpo por apenas algum tempo: “Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram.” Mas quem comer do Pão da vida, “viverá para sempre” (João 6:49,51).

Você quer estar com Cristo por interesses pessoais, ou quer a Cristo? Quer os benefícios temporais que Ele pode realizar, ou deseja ter comunhão e vida Nele?

Você pode agir como os que voltaram atrás ou como aqueles poucos — apenas os doze — que disseram pela boca de Pedro: “Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. E nós temos crido e conhecido que Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente” (João 6:68,69). Pense nisso!

terça-feira, 9 de maio de 2023

Influenciadores do bem

Na atual era dos influenciadores midiáticos, é crucial que os cristãos assumam seu papel como influenciadores do bem

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Pr. Cleber Montes Moreira

“Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.”
(1 Coríntios 11:1)

O desejo de imitar outras pessoas é inerente à natureza humana. É natural que busquemos modelos e referências para nos guiar em nossa jornada. No entanto, nem todas as influências são boas ou saudáveis. Muitos dos chamados influenciadores são pessoas que vivem uma vida distante de Deus, que se entregam a vícios e comportamentos imorais. Por isso, é fundamental que tenhamos cuidado e não nos deixemos ser influenciados por pessoas que nos afastarão de uma vida segundo os valores cristãos.

Os jovens, em particular, precisam de referências positivas e encorajadoras. Eles precisam de exemplos de pessoas que vivem uma vida baseada em princípios sólidos e que honram a Deus. Mas onde estão esses ‘influenciadores do bem’? Assim podemos chamá-los.

O apóstolo Paulo corajosamente se colocou como um exemplo a ser seguido porque imitava a Cristo. Sua vida cristã autêntica lhe conferia autoridade para dizer: “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo” (1 Coríntios 11:1).

É importante lembrar que nem todas as pessoas que afirmam ser seguidoras do Senhor são modelos a serem imitados. Infelizmente, há muitos falsos discípulos que levam uma vida dupla, dizendo uma coisa e fazendo outra. Por isso, é importante sermos criteriosos e não nos deixarmos ser influenciados por qualquer um que se diz cristão.

Para sermos referências positivas para os outros, é crucial imitarmos fielmente a Cristo. Isso implica vivermos de acordo com os valores e princípios que Ele nos ensinou, como registrados na Bíblia. Precisamos refletir o caráter do Senhor pelo fruto do Espírito Santo em nós — sermos iguais a Cristo — para mostrarmos ao mundo o caminho que leva ao Pai.

Seja você também um imitador de Cristo e uma referência para aqueles que buscam um padrão que glorifique a Deus; seja um ‘influenciador do bem’. Pense nisso!


segunda-feira, 8 de maio de 2023

Segredos, um inimigo da intimidade

Em um casamento saudável não há espaço para mentiras e enganos

segredo
Imagem: Freepik
Pr. Cleber Montes Moreira

“E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.”
(Gênesis 2:25)

Recebi um meme humorístico: na imagem, uma fila longa de mulheres na porta de um estabelecimento. Cada uma com um smartphone na mão. Na placa, o anúncio prometia desbloquear celulares dos maridos.

Você guarda algum segredo do seu cônjuge? Ele sabe a senha de seu celular?

No jardim o homem e a mulher se esconderam de Deus porque fizeram algo errado. Quando o Senhor chamou Adão, ele respondeu: “Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me” (Gênesis 3:10). De fato, homem e mulher sempre estiveram nus diante do Criador, e agora nem os aventais de folhas de figueira que fizeram para si lhes podia ocultar daquele que tudo conhece. O escritor aos Hebreus nos adverte: “E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar” (Hebreus 4:13) — Deus sabe o que você faz quando ninguém está vendo.

Podemos pensar na nudez para além da intimidade física do casal, como simbolizando uma total transparência na vida a dois, significando que não há nada a esconder — “e não se envergonhavam”.

Alguém culpado tende a desviar o olhar, a se esconder, a se envergonhar. Mas quem não deve pode andar de cabeça erguida e olhar nos olhos. Na vida conjugal, deve ser assim; em um casamento saudável não há espaço para mentiras e enganos.

Se você esconde algo de seu cônjuge, seu casamento está em perigo.

A intimidade saudável não pode ser alcançada sem a confiança mútua e a abertura total entre esposo e esposa. Pense nisso!

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Amor: a importância de demonstrar interesse genuíno pelo outro

Relacionamentos baseados em princípios bíblicos: a importância do interesse sincero pelo outro como demonstração de amor genuíno

casal
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Pr. Cleber Montes Moreira

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.” (Filipenses 2:3,4)

Quando uma pessoa se concentra principalmente em buscar a própria felicidade e satisfazer seus desejos, pode tornar-se insensível aos anseios, conquistas e alegrias do outro, o que afeta drasticamente o relacionamento. Infelizmente, esse comportamento é comum em tempos caracterizados pelo individualismo. Existem casamentos em que as pessoas trabalham como se não formassem uma unidade, como se não fossem “uma só carne”, cada um cuidando de seus próprios interesses. Muitas vezes, agem como competidores e não como cônjuges. Isso revela um relacionamento superficial que geralmente se mantém por interesses egoístas até que não haja mais razão para sustentá-lo.

O interesse pelo que o outro pode oferecer na relação, em vez de interesse sincero pelo outro, revela um padrão de relacionamento cada vez mais comum. Esse comportamento leva à indiferença, que mesmo quando não é expressa abertamente, contribui para um distanciamento gradual, uma sensação de solidão e animosidade entre o casal. A amizade é substituída pela rivalidade, resultando na ausência de alegria, incentivo mútuo e celebrações pelas conquistas do outro. Isso pode levar à separação, tornando-a uma possibilidade cada vez mais iminente.

Demonstrar interesse real pelo outro é uma das características do amor verdadeiro. Pequenos gestos, palavras bem escolhidas, sorrisos, tempo compartilhado e interesses mútuos podem revelar um relacionamento saudável, enquanto a indiferença envenena a alma. Infelizmente, muitas famílias têm deixado de ser um lugar de acolhimento, incentivo e renovação de ânimo por se renderem ao padrão secular.

A Bíblia contém princípios que nos ajudam a manter relacionamentos saudáveis na família. Por exemplo, o princípio mencionado por Paulo sobre relacionamentos no contexto da igreja deve ser experimentado em primeiro lugar dentro da própria casa: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Romanos 12:10). Quando no casamento amamos e honramos o outro, nos tornamos o suporte necessário para encorajá-lo e fortalecê-lo na jornada. Isso também significa celebrar as conquistas da pessoa amada como se fossem nossas, porque de fato são.

Outro princípio significativo que deve ser aplicado no contexto da família é: “Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros” (Filipenses 2:3,4). Isso significa cultivar a humildade e consideração pelo outro. Devemos estar dispostos a colocar as necessidades do nosso cônjuge acima das nossas próprias e trabalhar juntos para alcançar objetivos comuns.

Devemos nos esforçar para construir relacionamentos profundos e significativos, de modo que cada membro da família se sinta amado e valorizado. Quando compreendemos o propósito divino para a família, damos a ela seu real valor. Um lar edificado sobre a Palavra de Deus será um oásis de felicidade em um mundo de pessoas solitárias. Pense nisso!


segunda-feira, 1 de maio de 2023

Partido Comunista Chinês estabelece comitê para promover a sinicização do cristianismo

Um pseudocristianismo sendo forjado segundo a visão marxista

bandeira da china
Imagem: Freepik
Com informações do Portal China Aid

Recentemente, foi criado um novo comitê especial na China para promover a sinicização do cristianismo. O Conselho Cristão da cidade de Qingdao realizou uma cerimônia para estabelecer esse comitê, com mais de 30 pessoas presentes, incluindo representantes do ministério pastoral, fiéis e especialistas acadêmicos. As autoridades enviaram funcionários para participar e falar na cerimônia de inauguração.

Segundo alguns participantes, o comitê deve seguir a direção do desenvolvimento das religiões no contexto chinês, o que significa que os grupos religiosos sancionados pelo governo devem orientar ativamente as religiões para que se adaptem a uma sociedade socialista, também conhecida como sinicização. Essa iniciativa está em conformidade com a proposta do presidente Xi Jinping em 2015 e com o plano de cinco anos formulado pelas autoridades do Partido Comunista Chinês (PCCh).

Nos últimos dois anos, Xi Jinping solicitou a implementação total e fiel da política do Partido sobre liberdade de crença religiosa e a orientação ativa das religiões para que se adaptem à sociedade socialista. Ele também propôs medidas específicas para realizar a educação patriótica nos círculos religiosos e fortalecer a ideologia das pessoas religiosas, enfatizando a necessidade de “cultivar uma equipe de pessoas religiosas que sejam adeptas da visão marxista da religião”. Este novo comitê é visto como um passo adiante na promoção da sinicização do cristianismo na China.

Segundo o Portal China Aid, “Comentaristas familiarizados com as religiões acreditam que o propósito fundamental da Sinicização do Cristianismo é transformar e alienar o Cristianismo. O Partido Comunista espera reduzir o cristianismo a ponto de operar como uma ferramenta, transformando-o em “pseudocristianismo”.1


O trabalho e o temor do Senhor

O temor do Senhor e a percepção correta sobre o trabalho

Trabalho
Imagem: Freepik
Pr. Cleber Montes Moreira

“Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem.”
(Salmos 128:2)

Talvez você já tenha ouvido aquela frase: “Se eu soubesse quem inventou o trabalho…”. Algumas pessoas dizem que mandariam prender, outras que matariam. Mesmo que seja dito em tom de brincadeira, essa afirmação parece revelar que algumas pessoas estão insatisfeitas com seu trabalho; elas não se sentem abençoadas e estão sempre reclamando. Entretanto, esquecem que há muitos que estão procurando por um trabalho com o qual possam sustentar dignamente suas famílias. O trabalho não é uma maldição, é uma bênção, e todos deveriam ser gratos por terem saúde e condições para trabalhar. E um detalhe muito importante para os desavisados: o trabalho foi ordenado pelo próprio Deus: “E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar” (Gênesis 2:15).

A forma como nos relacionamos com Deus determina tudo em nossas vidas. Considerando o temor do Senhor como respeito a Deus e a observância de seus ensinamentos e mandamentos, isso se refletirá em todas as áreas da vida do crente, inclusive na percepção e prática do trabalho.

Ao contrário dos ímpios, cujo trabalho e prosperidade podem trazer um enorme peso, sobre o homem que teme ao Senhor, o salmista declara: “Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem”. No Comentário Bíblico Beacon, lemos que “comer do trabalho das tuas mãos significa desfrutar de uma vida pacífica, sem a presença de saqueadores levando a colheita ou sem a seca ou a praga causando fome”. Russell Shedd nos diz que “o trabalho prospera quando feito no temor de Deus”.

Aos ociosos, Paulo exortou: “E procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado” (1 Tessalonicenses 4:11).

O temor do Senhor determina o modo como compreendemos o trabalho. Para os salvos, ele é fonte de bênçãos e um modo de glorificar a Deus. Pense nisso!


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